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Workshop 05 e 12 março: Como conversar com seu filho sobre a escolha do curso universitário e profissões?
25/03/2022
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25/03/2022

Conheça a trajetória de Renata Zimbres, engenheira de subsea e produção de 29 anos.

Há quem olhe longamente para as águas do mar em busca de calma. Outros aproveitam as ondas para se divertir. E há quem use o mar como orientador vocacional. É o caso de Renata Zimbres, engenheira de subsea e produção de 29 anos.

Foi a paixão pelo mar que guiou a escolha profissional de Renata. Em um primeiro momento, a decisão foi por cursar a faculdade de engenharia naval. Em 2013, no entanto, a indústria naval entrou em crise e ela resolveu mudar de curso. Mas sem deixar de ouvir os “conselhos” de seu “orientador”. A escolha foi pelo curso de engenharia de petróleo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Seu foco era claro. Renata gostava da engenharia subsea (submarina).

“Na ANP eu trabalhei com projetos de abandono de poço. Eu fui para a TotalEnergies com esse escopo, mas depois de um ano eu comuniquei à empresa que eu queria trabalhar embarcada. Tive muita sorte porque a capitã do navio acreditou em mim e no meu potencial de me desenvolver no offshore”, conta.

O ano era 2020, bem no início da pandemia. E o desafio era ainda maior porque a empresa cumpria suas primeiras campanhas de perfuração como operadora de campos do pré-sal. Renata, no entanto, não se intimidou. A rotina intensa da plataforma lhe ensinou a focar suas atenções no presente: “O trabalho embarcado é muito dinâmico e eficiente. A gente não consegue muito planejar as coisas para mais de uma semana, às vezes um dia. Na plataforma é tudo para hoje, para agora e as coisas mudam o tempo todo. O tempo passa muito rápido. O trabalho é sempre técnico, você sempre vai olhar para as coisas de forma mais pragmática, algo que eu gosto muito”.

Esse olhar para o agora fez com que Renata aproveitasse, também, os períodos em que está em terra. “No meu primeiro embarque, eu fiz uma rotação de 28 dias e fiz uma quarentena no hotel de 15 dias. Fiquei 42 dias focada no meu trabalho e mais nada. Era um grande marco para a empresa, eram os primeiros poços verdadeiramente da TotalEnergies. O que me marcou muito foi o desembarque. Porque, depois de 42 dias totalmente focada no offshore, tudo parecia diferente. As coisas simples, como ir à praia, eram muito prazerosas”, conta a engenheira que, aparentemente, nem nas horas de lazer consegue se afastar muito do mar.

Fonte: Globo.com

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